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17.1.11

gostava de ter todo o dinheiro do mundo. gostava mesmo. poder gastar nisto, e naquilo, e mais naquilo. olhar para uma montra e não hesitar, entrar e comprar. sair com um sorriso estampado na cara. não é que eu de vez em quando não o faça, até porque eu sou uma pessoa demasiado necessitada de gastar dinheiro (se é que esta expressão existe). mas gostava de poder comprar tudo aquilo que vejo e gosto, e não ter de dizer "oh, já gastei demasiado dinheiro hoje, chega".
enquanto isso não acontece, tenho a minha mãe. que tem paciência para aturar as minhas compras, tem os mesmos gostos que eu e, mãe e filha nas compras? sabemos divertir-nos, sabemos escolher as coisas que queremos comprar, saber combinar coisas, sabemos gerir o dinheiro, sabemos o sitio certo para lancharmos e exactamente o que lanchar. sabe tão bem. não sabe?

11.12.10

i'm a freak bi†ch, baby

 

chorei baba e ranho (nem por isso) por não ter conseguido ir. dinheiro na carteira, máquina fotográfica dentro da mala, boleia pronta, tinha tudo preparado. viro-me para o pavilhãoatlântico.pt e pergunto "ainda tens bilhetes para me fazeres feliz, fofinho?", ao que ele responde muito rudemente "não, estamos esgotados, tivesses comprado mais cedo". a partir daí vou só deitar veneno pelos olhos e rogar uma praga aos little monsters que me tiraram o meu rico bilhete.

11.11.10

haverá sempre qualquer coisa de bom no meu dia

quando menos se espera, acontece a melhor coisa do mundo.

28.10.10

nunca se esquece

conheço-te praticamente todo de cor. sei de cor até mesmo a tua voz: quando quero imaginar-te a dizer alguma coisa, é como a coisa mais fácil de sempre. tens uma voz encantadora, e será sempre uma coisa que eu nunca conseguirei esquecer. há vozes e vozes, e a tua, eu não esqueço. o mesmo acontece com as gargalhadas e os sorrisos. são ainda mais encantadores que a tua própria voz. cada vez que o fazes, a imagem guarda-se a sete chaves na minha memória, e jura que nunca mais de lá sai. os sons teimam em ecoar na minha cabeça, e eu, claro, não me importo nada, eles apenas permanecem durantes uns bons minutos. horas se for preciso. sei exactamente quando és tu que te aproximas, simplesmente pela cor dos teus casacos. ou quando vens com os teus óculos ray ban, sejam eles falsos ou não, mas ao longe dão-te um ar, sei lá, especial. parece impossivel, mas, tecnicamente, não é. já é um vicio quando quero conhecer-te a todo de cor, então, e obviamente, tenho de saber tudo aquilo que vestes. mas isto não é mesmo de propósito, simplesmente é. secalhar já é o destino a querer que eu te conheça mesmo de cor.
não sei se tens noção de que estas coisas acontecem: o meu coração bate ainda mais um bocadinho cada vez que passas por mim, ou eu por ti. sinto-me um bocado constrangida, quando uma das coisas acontece, porque não se hei-de olhar ou não. a verdade é que é mais forte que eu, e acabo sempre por olhar. o pior é mesmo quando me olhas de volta e eu, básicamente, páro de respirar. é lógico, sabe mesmo muito bem quando trocamos olhares. isso faz-me já ganhar o dia. gosto especialmente quando estamos ambos em lados opostos, e, mesmo assim, os nossos olhares são sempre capazes de se cruzarem mutuamente. sei que isto não é nada, e para ti isto pode não valer nem um bocadinho, nem é sequer um sinal do destino, seria estúpida se acreditasse nisso. mas sei perfeitamente que isto nunca dará em nada, e tenho a certeza que, da maiorias das vezes, não te passa sequer pela cabeça que os meus olhos estão fixos em ti. de qualquer maneira, sei que, a partir das trocas de olhares, te consegues aperceber de que não passas despercibido para mim, és mais que qualquer coisa. ao menos isso. mas, vou agora mesmo acordar para a vida, porque a verdade é só uma: nunca conseguirás olhar para mim com outros olhos.
cada momento, mesmo que tenham sido poucos, não me esqueço de nenhuns. ainda nos dias de hoje, sei perfeitamente que já é mesmo quase impossivel trocarmos uma palavra, mas, quando tal acontece, é só mais um momento para juntar à minha lista. todos eles me marcam, e são coisas que eu dificilmente irei esquecer, porque, afinal, as coisas mais importantes, nós nunca esquecemos. ainda me lembro exactamente da cor dos boxers que usavas num dos dias em que tivemos aula juntos. até me dá vontade de rir, só de me estar a aperceber do quão estúpida estou a ser por ainda me lembrar deste pormenorzinho. para muitas pessoas, isto pode esquecer-se assim de um momento para o outro, porque lá está, para elas pode passar de uma coisa sem importância. (...) tu eras a primeira pessoa que estava ao meu alcance. mais uma vez, trocávamos olhares a quase todo o instante. não era de proposito, eu juro! mas acontecia. ou até mesmo quando estavas mesmo à minha frente a tocar baixo, e os meus olhos, por mais que quisessem estar concentrados na folha para seguir a música, tinham sempre uma força da natureza a puxa-los para ti. só espero que saibas mesmo que, dos poucos momentos em que tu estiveste presente, eu nunca consegui esquecer nenhum. e aí começa uma coisa a que se chamam memórias.

23.10.10

parabéns melhor prima do mundo



gostava de puder dizer que a distância não nos separa. mas a verdade não é bem essa. a distância separa-nos mesmo, e eu dava tudo para que voltassemos a ter a amizade que tinhamos há uns tempos atrás. a verdade é mesmo essa. pelo menos neste último ano que tem vindo a decorrer, nada tem sido igual. mas, sempre que no verão nos encontramos e passamos aquele maravilhoso mês juntas, parece que tudo passa a correr e que não dá absolutamente para nada. e isso é a maior das verdade. cada vez que chego de viagem, és a primeira pessoa que vejo e a qual eu corro logo a dar um grande abraço. mesmo que a fase da adolescência em que fazemos novas amizades, e só essas nos importam, as restantes são esquecidas e apagadas para sempre, tenho chegado, podes acreditas (sempre!) que contigo nunca irá ser assim. estou bem habituada ao facto de estarmos distâncidas, e, agora, com o facto de não nos falarmos o ano todo. tenho pena desta distância, porque tu realmente sabes bem o quanto significas para mim. o quão importante és.
adoro relembrar coisas de quando eramos pequeninas, ainda não nos juntávamos com os restantes primos, e então ficávamos apenas nós a fazer sopas de lama e a brincarmos às familias e às lojas. os nossos pais fartavam-se de ralhar connosco, para pararmos de fazer isto e aquilo, mas nós nunca parávamos. agora crescemos, e "descobrimos" que, realmente, existia a vila em que podiamos fazer tudo lá. eramos realmente inocentes demais. conhecemos pessoas novas, passamos lá as tardes, e é sempre tudo maravilhoso. e tu estás sempre presente. em qualquer coisa que eu precise, tu estás sempre lá, e nunca vai chegar um simples obrigado para te agredecer todos estes meus 15 anos de vida, em que estive a teu lado, e tu ao meu. sei que poderei sempre, sempre contar contigo. e espero realmente que saibas que também podes contar comigo. estou e estarei sempre aqui. e quando eu quiser sair de casa para espairecer, já sei: contacto-te.
és, provavelmente, a pessoa que conheço há mais anos, e quero continuar assim. nada é igual, não, mas eu tenho orgulho naquilo que somos, fomos, e seremos; porque é muito mais que simples laços familiares. muito mais que isso! és a minha melhor amiga de verão, uma irmã, e a melhor prima do mundo. muitos parabéns, espero que tenhas o melhor do mundo, que realmente mereces. eu amo-te, e espero que saibas que morro de saudades.

15.10.10

que frustração

estou extremamente frustrada comigo própria. secalhar não tenho mesmo jeito para isto. nem para isto, nem para nada. mas só me dá vontade de sair dalí para fora e nunca mais voltar a ter aulas. porque eu esforço-me, sim, esforço, tento ser a melhor. e depois, tenho de levar com isto. injustiças, é uma coisa muito feia. estou a dar isso em filosofia! hum, não há mais nada a fazer. isto é um país de injustiças, disso eu estou certa; agora.

13.10.10

distância

Sinto-me mal às vezes, sinto como se a culpa fosse minha. Na verdade, e o mais lógico, é que não é. Mas parece sê-lo. Há exactamente quatro meses atrás, todos chorámos e jurámos por tudo que nunca nos iriamos esquecer de nada. De cada momento. De cara sorriso. De cada choro. De tudo. Quando demos o ombro para chorar uns aos outros, as aulas, as bacoradas, os momentos de riso total, as horas de almoço. Acima de tudo, e os melhores momentos, os de cúmplicidade. Acho que será impossivel alguém esquecer-se. Mas todos estamos divididos, todos temos novas pessoas, novos caminhos a seguir, novos objectivos, novos obstáculos. Separámo-nos, por mais duro que seja de ouvir/dizer. Custa-me, sim, ver-vos juntos e eu não estar presente, mas isto foi o futuro que decidiu por mim, eu não me meti nisto. Antes tivesse metido, para ser franca. Eramos uma família, para onde ia um, iam todos. Se um chorava, todos tentavam repor um sorriso. Se um caía, todos corriam para ajudar. Se um ficava em casa doento, íamos todos visita-lo a casa. Tudo como uma familia, como sempre o fomos. Durante nove maravilhosos meses.
E agora? Agora, eu não sei. Jurámos que seria para sempre, mas estou convencida de que o sempre não dura assim tanto tempo. Eu achava realmente que sim, mas enganei-me, fui demasiado ingénua. Aliás, fomos todos. Acho que todos achámos que o futuro iria estar do nosso lado e fosse fazer de tudo para que ficássemos para sempre únidos. Afinal a culpa não foi nossa, não é? Foi do futuro. Ou não, terá sido mesmo nossa? Todos tivémos culpa, para ser sincera. Fomos ingénuos. Gostava de fazer com que tudo voltasse atrás e fazer a escolha acertada. Mais uma vez errei, mas na verdade os erros fazem-nos crescer, não é verdade? A mim, neste caso, não me fez crescer, fez-me arrepender ainda mais. Do meu ponto de vista sou eu que tenho a culpa, e quem me dera não a ter. É demasiado mau olhar para trás e ver tudo o que foi nosso um dia, ser ocupado por outros. Uns quaisquer. Nenhum previa isto. Mais um erro que cometemos. Além de acharmos que tudo fosse durar para sempre, fomos estupidos ao achar que tudo o que criámos com todo o amor e carinho, fosse apagado e feito novamente, por outras pessoas. Eu não queria, mas isso está a acontecer. É como o fim do Mundo, ninguém o conseguirá evitar.
Quero chegar-me ao pé de vocês, e dizer-vos tudo o que sinto. Tudo o que nunca vos disse alguma vez. Sempre fui o mais sincera possivel, mas nunca disse tudo o que tinha cada dentro. Quero dizer, pensando bem, naquela altura era tudo um conto de fadas, eramos apenas adolescentes amadores que não pensaram no futuro. Agora, preocupamo-nos demasiado com ele, acham mesmo que não o deveriamos fazer? Dava tudo para voltar atrás e vos abraçar naquele último dia. No último dia de novo meses; os melhores nove meses da minha vida. Vocês mudaram-me, quer queiram quer não, e eu por mais que vos diga "Obrigada por tudo" e vocês agradeçam, nunca será suficiente. Sei que não foram oito anos, como maior parte de vocês. Foi apenas um. Mas que valeu por tudo o resto. Cada mês foi como um ano. Cada dia como um mês. Cada segundo, foi mais um pedaço de coração preenchido.

10.10.10

sentimento de culpa

Às vezes sinto-me uma grande besta. Sou orgulhosa de mim mesma e sou incapaz de pedir desculpas a alguém. Consigo assumir um erro, mas só para mim mesmo. Não sou capaz de dizer alto que todos têem razão e quem está errada sou eu. Parece que a minha lingua gosta mesmo de dizer "Eu é que tenho razão!", é isto, e mais nada. Muitas vezes perco tudo o que quero ou tenho, tudo graças a esta minha maneira de ser. Se gosto de ser assim? Não, odeio! Gostava de perder este meu feitio, gostava de não ser orgulhosa. Cada vez mais dou razão aos meus pais: eu sou egoísta, orgulhosa de mim e não sou humilde. Mas mais uma vez, quando me dizem isto, sou incapaz de lhes dar razão e dizer "É verdade, eu sou assim". Assumo os meus erros, mas não em voz alta.
Mas também, alguém pára na vida para me dar um bocado de razão? Ninguém. Todos gostam de me contrariar e dizer que estou errada, e que sou isto e aquilo. Mas quando eu faço alguma coisa de bem, parece que é como se não acontecesse. Tento fazer alguma coisa bem, uma boa acção, e é como se não o tivesse feito. Por vezes acaba por correr mal e mais valia ter estado quieta, mas ao menos tento remediar e fazer algo bem, mas todos acabam por não me dar o devido valor. Gostava de às vezes não ouvir certas coisas, que, mesmo que não dêem conta, magoam-me. Dizem que tenho um coração de pedra, mas eu sou mais sensível do que o que imaginam. Sim, é verdade, não se esqueçam que eu não demonstro os meus sentimentos, e sou fria muitas das vezes. Mas eu sózinha, choro e choro, e sofro, e ninguém dá por isso. Talvez seja por essa mesma razão que dizem que eu não tenho sentimentos e que sou demasiado rude. Quero mudar-me mas não consigo. Quero ser uma pessoa humilde que mais tarde venha o Papa ter comigo e tornar-me santa por todas as coisas boas que fiz na vida. Não, não exageremos. Mas quero ser uma pessoa bondosa, tanto com a minha familia, amigos ou desconhecidos. Talvez o grande problema é eu ter demasiados dias maus. Será? Não, até porque eu estou feliz todos os dias, mesmo que não tenha tudo o que quero da minha vida. Mas não interessa, quero um dia ser recompensada por as coisas boas que irei fazer a partir de hoje. A partir de hoje! Prometo, palavra de escoteira!
Não, eu não sou escoteira.

9.10.10

pensar em mim

Queria que pelo menos uma vez na vida eu parasse de pensar nos outros, e em tentar fazê-los feliz mesmo que eu não o esteja. Quero parar com isto. Mas sou demasiado amiga dos outros para o fazer, prefiro dar a minha felicidade a toda a gente para eles sim ficarem com um sorriso na cara. Uma vez na vida, gostava de mudar tudo, e ter alguém.

22.6.10

Saudades

Saudade: tristeza causada pela falta de alguém ou de algo.

Este sentimento vai permanecer durante muito tempo. Anos, talvez. Tenho quase a certeza.
Não foram minutos, não foram simples dias, meros meses, ... Mas também não foram imensos anos. Foi apenas um ano. Um ano que valeu por muitos eles, que valei por muitos meses. Que me valeu uma vida inteira. O medo, a ansiedade, de passar um ano com vocês era muito. Talvez fosse medo de não me integrar... talvez. Mas a verdade é só uma: ainda bem que aconteceu.
Desde o início de tudo que vocês sempre foram super simpáticos, fizeram com que eu me integrasse. Não só eu, como também os restantes novos membros. Lembro-me perfeitamente do primeiro dia, em que tudo começou. Éramos simplesmente mais 4 raparigas, que pouco conheciam de vocês. Mas, não nos deixaram falar mal. Puseram logo conversa connosco, perguntando os nossos nomes, e tentando memoriza-los logo a seguir. Depois desse dia? Vieram muitos mais. Dias de que eu nunca me hei-de esquecer. O melhor ano da minha vida, pode-se mesmo considerar.
Momentos recheados de felicidade, sorrisos. Momentos de choro, momentos de amizade, momentos de muito riso. Pessoas em quem eu sei que posso sempre contar, como para falar de mim, e tal como elas sabem que podem sempre contar comigo, para desabafar. Pessoas que eu sei que posso contar quando preciso de me rir. Pessoas que eu sei que nunca se hão-de esquecer de todo este tempo que passámos juntos. Não foram imensos anos em que estivemos juntos, não, não foram. Foi simplesmente um ano; um ano que valeu por tudo! Aposto que todos os que passam à nossa volta, e nos vêem sorrir e dar gargalhadas, pensam "Grandes tolos.". Nós, que estamos dentro daquela grande união, pensamos "Quem vos dera a vocês serem metade do que nós somos". Posso dizer com todas as certezas do Mundo que não há um grupo tão unido como o nosso. Não há um grupo destes, com cerca de 20 pessoas, em que todos se ajudam mutuamente, todos podem confiar em todos, todos sorriem com todos e todos choram com todos. Se um sorri, todos sorriem. Se um chora, todos choram. E, incrivelmente, basta apenas um, e todos se começam a rir às gargalhadas. Consequentemente, a esse junta-se outro, e mais outro, e mais outro, e começamos todos, juntamente, a chorar de rir. Não consigo olhar à volta e dizer "Aqueles são melhores que nós", porque simplesmente não são. Não vejo ninguém com uma união como a nossa. Não vejo ninguém que tenha uma ligação, laços, amizade. Não vejo. Se calhar os outros pensam "Somos muito fixes, eu sei que posso sempre contar com eles. Eu vou pedir-lhe um cigarro, e ele dá-me. Somos muito unidos, é isto uma verdadeira amizade!". Seriously? Poupem-me.
Nunca nenhuma das outras turmas conseguiria combinar montes de coisas, todas as semanas, para nunca, nunca se separarem, nem se deixarem de ver, nem falar. Nada disso. A nossa turma é assim. Seriamos incapazes de nos separar, e deixar-nos de falar. Seria impossível! E por mais que eu esteja a falar imenso, a tentar dizer que a minha turma é a melhor de todas as outras, não adianta. Porque apenas o coração o sabe, apenas o coração o consegue sentir e dizer. Não dá para passar para palavras tudo o que eu pensei com eles. Simplesmente é impossivel. Só me resta dizer uma coisa única e simples palavra -que não adianta também de muito; não explica nada-: Obrigada. Será que ao dizer Obrigada Por Tudo, o Tudo explica tudo o que passámos? Duvido. Nem um Tudo consegue englobar tudo o que somos. Mas, mesmo assim, vocês sabem o que valem. Vocês sabem que eu nunca vos irei esquecer. E muito dificilmente algum de nós irá esquecer este ano perfeito que foi. Impossivel!
Obrigada por tudo, nonobê. Amo-vos.
Amar: gostar muito de algo.

ps. Acho que falta mesmo muita coisa nesta definição.

20.3.10

Tenho saudades tuas.